Secretário de Comunicação e Marketing

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20/04/2026 00:00:00 00:00:00

Culto Noturno: Quando a noite ganhou voz


Entre cânticos, exortação e a presença que permanece


Quando o relógio se aproximava das 20h, o ambiente já não era apenas um salão — era expectativa. O silêncio pedido não foi imposição; foi resposta natural de quem entende onde está pisando.



O hino 327, “Obreiros Cristãos”, veio forte, quase como marcha espiritual. Cada voz parecia carregar história, luta e esperança. A leitura de Deuteronômio trouxe peso ao chamado: homens sábios, experimentados — não por título, mas por vida.



Os cânticos seguintes não foram apresentação — foram entrega. “Ele é exaltado”, “Muitos virão Te louvar”, “Grande é o Senhor”. Não havia palco. Havia comunhão.


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Então veio a mensagem, com o reverendo José Romeu, trazendo Mateus 28.18-20. E ele não pregou sobre um Deus distante. Corrigiu, com firmeza: Deus não “estará” — Ele está. E isso muda tudo.



Entre histórias, risos e confrontos, falou de fé viva, de entusiasmo real e de unidade necessária. Criticou a frieza, chamou à ação, incomodou consciências. Era palavra que abraça e também aperta.




O encerramento veio sem pressa. O Amém ecoou como resposta coletiva, e o moto do congresso trouxe de volta aquela marca presbiteriana: entusiasmo com sobriedade.




Às 21h13, o culto terminou no papel. Mas, na prática, ficou. Porque quando Deus visita, o tempo passa — e a gente percebe que não foi só mais um dia.

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Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos atemorizeis diante deles, porque o Senhor, vosso Deus, é quem vai convosco; não vos deixará, nem vos desamparará.
Deuteronômio 31.6
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